quinta-feira, 11 de outubro de 2012

CAMPEONATO BRASILEIRO - 29ª RODADA - INTERNACIONAL 3 X 0 GALO - 10/10/12

Um time irreconhecível, sem nenhuma objetividade, sem inteligência, sem técnica, sem força e totalmente perdido em campo.
Este foi o retrato do Galo no jogo de ontem contra o Internacional, com certeza dirão que tudo foi em função dos desfalques, e principalmente pela ausência do Ronaldinho, mas aí temos que perguntar:
E o elenco? E a qualidade do grupo? onde foi parar tudo isso?
Não adianta ficar buscando justificativas para o inexplicável, pois a realidade é que o Galo está treinado somente para jogar com Ronaldinho e se ele sai o time vira um grupo de pelada.
A princípio eu imaginava que o Guilherme entraria no lugar do Ronaldinho e o Danilinho voltaria ao time, mas o Cuca preferiu entrar com o Escudero, e eu fiquei o tempo todo tentando encontrar uma explicação para isso, principalmente quando percebi que o Guilherme estava perdido em campo sem saber onde jogar, errando tudo que tentava, sem contar que o Escudero só conseguia correr o tempo todo, tentando fazer o que o Danilinho vinha fazendo quando jogava mas sem nenhum resultado prático, ou seja não conseguia marcar ou desarmar o adversário e não conseguia atacar.
Com isso o Guilherme ficava parado lá na frente e quando a bola chegava ele não sabia o que fazer com ela e acabava errando o passe ou sendo desarmado.
Não sei se foi consequência desta armação do time, mas até o Bernard não jogou nada, não conseguiu ganhar nenhum lance em cima do lateral deles, e na única vez que teve uma oportunidade, tentou fazer um gol por cobertura e o goleiro pegou.
O Cuca deverá repensar o que ele fez para não repetir o mesmo erro.
Uma dúvida que havia era sobre a atuação do Geovane, mas para surpresa geral ele foi o único que se empenhou de fato, e se ele não tivesse operado alguns milagres, certamente o Galo teria recebido de volta a goleada que deu no Figueirense.
É claro que todos nós atleticanos torcemos para que o Galo volte, de fato, ao equilíbrio encontrado no primeiro turno, mas parece que alguma coisa está alterando o emocional dos jogadores, ontem foi a vez do Rafael Marques tentar revidar uma provocação do Dagoberto fora do lance da bola, longe dos olhos do árbitro, mas se "aquele flamenguista" tiver assistido o jogo e observado, certamente vai denunciar o Rafael Marques também, volta a dizer que é necessário se resolver possíveis pendências, caso contrário a tendência é descer a ladeira.
Considerando o futebol apresentado e que o Galo ainda vai jogar desfalcado pelo menos no próximo jogo, é hora da comissão técnica se reunir com os jogadores e diretores para redefinirem as metas a serem alcançadas.
Com a vitória do Fluminense ontem, e com uma provável vitória do Grêmio hoje, o Galo entrará na próxima rodada a nove pontos do líder e empatado em pontos com o Grêmio, mas em terceiro lugar na tabela em função do número de vitórias, por isso é preciso que o Galo volte o foco para a Libertadores tão somente e deixe a questão do título para o acaso.
O Vasco e o São Paulo vêm aí, e se o Galo terminar em quarto lugar corre o risco de não ir para a Libertadores, pois caso um time brasileiro seja o campeão da Sul-Americana, só serão três vagas para a Libertadores.
Que a Nossa Senhora do Cuca o ilumine, à ele e à todos para que encontrem o equilíbrio técnico, psicológico e emocional, e assim retomem o caminho seguro das vitórias!

Aluizio.

Nenhum comentário:

KALIL! AGORA COMO PRESIDENTE ELEITO - 30/10/08

KALIL! AGORA COMO PRESIDENTE ELEITO - 30/10/08
A Torcida faz a festa com Kalil!

A NOVA ERA KALIL?

Rodrigo Fonseca - Portal Uai

Belo Horizonte, 29/09/08

O ex-presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, Alexandre Kalil, anunciou oficialmente, nesta segunda-feira, sua candidatura ao cargo máximo do clube, para ocupar a vaga deixada por Ziza Valadares, que renunciou há cerca de dez dias.
Ao comentar a delicada situação financeira do Galo, cuja dívida ultrapassa os R$ 200 milhões, e que, segundo Ziza impossibilitaria a formação de um grande clube de futebol, Kalil ressaltou: “Por uma questão de filosofia, todo saneamento do Atlético passa por time de futebol”.
Filho do ex-presidente Elias Kalil (1980-1985), Alexandre Kalil criticou o atual presidente do Conselho, João Batista Ardizoni, que ainda não convocou a eleição. Ele também condenou o novo estatuto do Atlético, que irá a votação nesta quinta-feira.

ESCUDOS DO GALO

ESCUDOS DO GALO

REGISTROS DO CENTENÁRIO

REGISTROS DO CENTENÁRIO
Casa da Moeda Lança medalha comemorativa dos 100 anos do Galo

OS UNIFORMES DO CENTENÁRIO

OS UNIFORMES DO CENTENÁRIO
A Camisa Preta

OS UNIFORMES DO CENTENÁRIO

OS UNIFORMES DO CENTENÁRIO
A Camisa Tradicional

RESUMO DA HISTÓRIA


Jorge Gontijo/EM
O sonho de 22 garotos, que no dia 25 de março de 1908 se reuniram no coreto do Parque Municipal, em Belo Horizonte para fundar o Athlético Mineiro Football Club, se transformou em uma das maiores paixões do futebol mundial.
Arrastando multidões, o time, que em 1912 passaria a se chamar Clube Atlético Mineiro, foi escrevendo sua história, cheia de glórias e com momentos delicados, mas nada que não fosse superado com a união de forças dos atleticanos.
Naquela quarta-feira de 1908 eram apenas 22 torcedores do primeiro clube de futebol de Belo Horizonte.
Hoje, são milhões.
Os fundadores (Aleixanor Alves Pereira, Antônio Antunes Filho, Augusto Soares, Benjamim Moss Filho, Carlos Maciel, Eurico Catão, Francisco Monteiro, Hugo Fracarolli, Humberto Moreira, Horácio Machado, João Barbosa Sobrinho, Jorge Dias Pena, José Soares Alves, Júlio Menezes Mello, Leônidas Fulgêncio, Margival Mendes Leal - esse o primeiro presidente -, Mário Neves, Mário Lott, Mário Toledo, Mauro Brochado, Raul Fracarolli e Sinval Moreira) seriam seguidos por centenas, milhares, milhões.
O primeiro jogo só veio a acontecer um ano depois da fundação. No dia 21 de março de 1909, o Atlético venceu o Sport Club Futebol por 3 a 0, na casa do adversário.
Coube a Aníbal Machado, que mais tarde se tornaria um grande escritor brasileiro, marcar o primeiro gol com a camisa alvinegra.
A coleção de troféus começou em 1914, com a conquista da Taça Bueno Brandão, primeiro torneio de futebol realizado em Minas Gerais.
O Galo venceu a competição de forma invicta e seguer sofreu um gol.
No ano seguinte, a Liga Mineira de Esportes Terrestres, atual Federação Mineira de Futebol, organizou o primeiro campeonato oficial do Estado.
Campeão, o Atlético desbancou o grande rival na época, o América.
Pioneirismo é a palavra que melhor define o Atlético das décadas de 10, 20 e 30.
Em 1929, pela primeira vez um jogador fora do eixo Rio-São Paulo era convocado para a Seleção Brasileira.
Seu nome: Mário de Castro, atacante atleticano.
O convite foi recusado.
Para Mário de Castro, só havia uma camisa a ser vestida: a do Atlético.
Ainda em 29, o clube disputou o primeiro jogo internacional de um time mineiro, vencendo o então Campeão Português Victória de Setúbal por 3 a 1.
O ano de 29 ficou marcado para os atleticanos.
No dia 30 de maio, a equipe ganhava um estádio, um dos primeiros do Brasil a instalar refletores.
O nome, Antônio Carlos, foi uma homenagem ao então presidente de Minas.
Em 1937, Federação Brasileira de Futebol (FBF) reuniu em um torneio os campeões de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.
O Atlético se sagrou Campeão dos Campeões do Brasil.
A raça e o espírito combativo da equipe fizeram o cartunista Fernando Pieruccetti, o Mangabeira - falecido em 2004 -, criar, nos anos 40, o mascote do clube: o Galo.Já em 1950, o Atlético ultrapassou as fronteiras do País.
Em uma inédita excursão pela Europa, o time disputou dez partidas, contra equipes da Alemanha, Áustria, Bélgica, Luxemburgo e França.
Foram seis vitórias, dois empates e duas derrotas.
A campanha rendeu o título simbólico de ‘Campeão do Gelo’.
A volta da delegação a Belo Horizonte foi apoteótica.
As ruas da capital mineira foram tomadas pelo fanáticos torcedores.
Arquivo EM
Os campeões de 71: Renato, Humberto Monteiro, Grapete, Vanderley, Vantuir e Oldair; Ronaldo, Humberto Ramos, Dario, Lola e Tião.
Foi também o Galo o campeão da primeira edição do atual Campeonato Brasileiro, em 1971.
A jogada de Humberto Ramos e o gol de cabeça de Dario contra o Botafogo, no Maracanã, estão eternamente gravados na memória do torcedor.
Em meios a dezenas de Campeonatos Mineiros, torneiros internacionais, duas conquistas sul-americanas: as Copas Conmebol de 1992 e 97.
Mas nem só de glórias foi escrita a história atleticana.
As péssimas administrações causaram um rombo financeiro no clube.
No começo dos anos 2000, o Galo foi sacudido com centenas de ações trabalhistas, dívidas por todos os lados.
Seu patrimônio esteve ameaçado de ir a leilão.
Nem mesmo a taça do Brasileiro de 71 escapou.
Os reflexos atingiram o time em campo.
Em 2004, por muito pouco não foi rebaixado à Segunda Divisão do Nacional.
Na temporada seguinte, a repetição de erros foi fatal.
A torcida chorava a queda da equipe para a Série B.
A mesma torcida não se entregou e foi decisiva para a volta por cima em 2006.
Os seguidos recordes de público na Segundona foram notícia nacionalmente.
Frente aos caos, o Atlético não teve saída.
Precisou se reorganizar, se modernizar.
Um completo centro de treinamentos foi concluído em Vespasiano, cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte. As dívidas não acabaram, mas foram controladas.
Era o fim da enxurrada de notícias ruins que disputava espaço com o time de futebol nos jornais, rádios e tvs.


A MAIS JUSTA DAS HOMENAGENS

A MAIS JUSTA DAS HOMENAGENS
TELÊ SANTANA: Para que o Marcelo Oliveira busque inspiração

HOMENAGEM A DARIO

HOMENAGEM A DARIO
Se o Jael tivesse pelo menos uma perna do Dario...

A SELEGALO

A SELEGALO